Você

O sol se pôs no horizonte. Estávamos amanhecendo no nosso campo. Era nosso lugar de desabafo, prazer, único momento em que poderíamos ser nós mesmos. Você me contava de suas fraquezas, suas feridas; e eu sempre gostei da confiança que tínhamos um ao outro. Era tão lindo. Essa distância já quebrou muito meu coração. O desinteresse hoje já não afeta mais… mas não posso deixar de negar. Foi você, é você e será sempre você!

Por Flávia Eduarda Volz

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Texto integrante do projeto de exercício literário proposto pela Pragmatha Editora em suas redes sociais. Participe! Em caso de dúvida, converse com a editora Sandra Veroneze pelo e-mail sandra.veroneze@pragmatha.com.br