Um cão enorme guardava a porta…

Dois imensos olhos, negros, profundos, ameaçadores…. Gelei! Nossos olhares não conseguiam se desviar, pois era uma sensação amedrontadora. Eles me despiam de toda a coragem embutida em mim. Uma nudez do medo, sem expectativa, que ia congelando todo o meu ser. Fiquei ali como uma estátua de gelo, tamanho frio arrepiante que me descia costa abaixo… 

Por Marilu Queiroz

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Texto integrante do projeto de exercício literário proposto pela Pragmatha Editora em suas redes sociais. Participe! Em caso de dúvida, converse com a editora Sandra Veroneze pelo e-mail sandra.veroneze@pragmatha.com.br

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