Três motivos para ler “Entre Silêncios e Horizontes”, de Edmilton Torres


A obra “Entre Silêncios e Horizontes”, de Edmilton Torres, com publicação pela Pragmatha Editora, é uma coletânea poética que explora a profundidade da experiência humana por meio de reflexões sobre o amor, a saudade e o tempo.
O livro divide-se em duas partes principais: a primeira concentra-se em expressões íntimas da alma e observações do cotidiano, enquanto a segunda utiliza a tradição do cordel e das glosas para homenagear a cultura popular nordestina.
Com uma linguagem sensível, o autor busca conectar o silêncio interior com a vastidão das emoções externas, oferecendo a poesia como um antídoto para o egoísmo moderno.
Os versos percorrem desde memórias familiares e tributos a mestres até críticas sociais sobre o abandono urbano. A publicação convida o leitor a reconhecer a beleza de existir mesmo diante das imperfeições e do caráter passageiro da vida.

Por que ler “Entre Silêncios e Horizontes”?
> Um convite ao autoconhecimento e à sensibilidade humana
O livro é descrito como um “mapa sensível da existência” e um “convite à travessia” rumo ao nosso interior. Na dedicatória da obra, o autor oferece seus versos como um antídoto contra o egoísmo provocado pelas urgências e ruídos do mundo moderno, com o objetivo de reacender no leitor a generosidade e a sensibilidade que nos tornam verdadeiramente humanos.
> A descoberta da beleza oculta no cotidiano
A escrita do autor não busca apenas explicar a vida, mas habitá-la, revelando a poesia que se esconde nos gestos simples e nos detalhes do dia a dia que muitas vezes passam despercebidos. O cotidiano, nos versos de Edmilton, afasta-se da banalidade e torna-se a matéria-prima do sagrado, transformando olhares e lembranças em portais para a reflexão.
> A riqueza da multiplicidade poética e o resgate da cultura popular
A obra abraça “múltiplas margens” ao dividir-se em duas partes bastante ricas. Enquanto a primeira, “Expressões da alma”, foca em uma poesia íntima de mergulho no íntimo e nas emoções humanas, a segunda parte navega pela literatura de cordel. Nela, o poeta exalta a tradição popular nordestina através da musicalidade poética das glosas e dos motes, atualizando e colorindo essa tradição popular com grande sensibilidade.

28/07/26