Susto

Desceu as escadas apressadamente, trancou o portãozinho e escondeu-se atrás da mureta. Os passos claudicantes que a seguiram-na tarde silenciosa aproximavam. Sentiu que paravam frente às escadas. Outros passos apressados juntaram-se ao primeiro. Ouviu uma voz quase gritando: “Oi Antero, ainda não cuidaste dessa perna, homem! Qualquer dia não vais andar mais!” Reconheceu a risada do dono da mercearia.

Respirou aliviada.

Por Vilma Vianna

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Texto integrante do projeto de exercício literário proposto pela Pragmatha Editora em suas redes sociais. Participe! Em caso de dúvida, converse com a editora Sandra Veroneze pelo e-mail sandra.veroneze@pragmatha.com.br

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