Prendas e peões falam sobre a experiência de registrar em livro a vivência tradicionalista

A experiência, vivência, legado e percepções de mais de 70 prendas e peões está registrada na coletânea Ser Prenda / Ser Peão, da editora Pragmatha. A obra fala sobre uma das posições mais disputadas no contexto da cultura gaúcha, que é o de representar os valores da mulher e do homem gaúchos durante uma gestão anual, permeada de atividades culturais. Perguntamos a eles como está sendo a experiência de compartilhar em livro um pouco de sua história. Confira.

Loren Karoline Coelho Teixeira – Para mim é uma honra participar deste projeto que conta a história de tantas pessoas importantes, ressaltando suas individualidades em seus relatos. Não somos modelos de perfeição, somos tradicionalistas em construção. São as nossas diferenças, dentro da mesma representatividade, que enriquecem o tradicionalismo. Não representamos um papel, nós somos aquilo que lutamos para ser. Espero inspirar as pessoas a serem o que elas são e alcançarem aquilo que ainda desejam ser.

Alessandra Fronza – Ter sua trajetória escrita em um livro é ver tudo que você viveu por outro ângulo, como um telespectador, ou melhor, como um leitor. São novas emoções, novas sensações. É relembrar cada parte de uma história linda, de crescimento e conquistas. Espero que meus sonhos de menina e minhas realizações de prenda sirvam de modelo, para mostrar que com esforço se consegue tudo, e, assim, inspirar e demonstrar um pouco do amor que sinto por essa tradição!

Victor Alberto Nemisrki Parmeggiani – Fiquei realmente feliz por poder participar deste projeto. Foi uma iniciativa maravilhosa, que veio em boa hora. A valorização dos Peões e das Prendas é importantíssima, já que estes e estas são peças fundamentais na manutenção do nosso Movimento. Foi ainda mais especial por conta da abrangência que as idealizadoras do Projeto se preocuparam em ter: entrevistados que levam o amor pela Cultura Gaúcha Brasil afora, com as mais diversas visões e realidades. Mais do que agradecer pelo convite, parabenizo por se preocuparem em destacar nesta obra os futuros líderes do meio Tradicionalista.

Karoline Cocco – Foi uma imensa felicidade poder participar deste projeto belíssimo. Sem dúvida, compartilhar um pouco de minha trajetória de vida e também no Movimento, com milhares de leitores, é algo extraordinário, assim como ter a oportunidade de conhecer outros tantos tradicionalistas como eu. Nada melhor que receber reconhecimento por uma causa que nós, prendas e peões, tanto nos dedicamos, a preservação e valorização de nossa cultura! Parabéns pela iniciativa!

Julia Ludke Bueno – Ser prenda/ser peão é um sonho compartilhado e vivido por várias pessoas no meio tradicionalista. Um projeto voltado a ele é de grande valia, pois tivemos a oportunidade de expressar através dos relatos o que vivenciamos, somando ao que o livro traz. Acredito que seja muito importante para as gerações futuras e para nós podermos deixar registrada parte da nossa paixão. É uma honra participar deste livro!

Andrea Carina Bazzei de Paula – Um privilégio enorme em poder contribuir com um projeto que, primeiramente, foi feito com muito carinho e dedicação, que relata experiências diversas vividas por ex-prendas e ex-peões, que com certeza em seus ideais tiveram expectativas em trabalhar e contribuir para com o MTG, mas também viveram a realidade dos desafios e a certeza de que não existe Ser Prenda e Ser Peão com visão individualista.

Carolina dos Santos Peixoto – Participar do projeto do livro “ser Prenda, ser Peão” foi uma experiência de muita gratidão e engrandecimento, pois normalmente o departamento cultural fica deixado de lado através do tempo dentro do tradicionalismo, já que ele não é tão repercutido quanto o artístico ou o campeiro. Fazer parte do projeto que contará não só a minha história, mas a de Prendas e Peões de todo o Rio Grande do Sul, é algo simplesmente maravilhoso e que precisa de muito agradecimento. Ter praticamente a minha vida contada em um livro é a realização de que todo o esforço, empenho, garra, força de vontade valeram a pena e compartilhar. Isso só me faz acreditar, cada vez mais, que a nossa cultura sempre valerá a pena.

Débora Bortolotti Gevehr – A experiência de participar desse projeto maravilhoso “Ser prenda, ser peão” foi única. Me sinto muito grata por fazer parte de tudo isso. Iniciei minha vida no departamento cultural tradicionalista para acompanhar meus filhos, como acredito ser a realidade de muitas prendas. Participar desta obra é algo difícil de explicar em poucas palavras. Estamos em contato com pessoas tão próximas e ao mesmo tempo tão distantes, ligadas pelo tradicionalismo e pela paixão que nos move. Agradeço imensamente a oportunidade e desejo determinação aos envolvidos com esse projeto grandioso, que tenha continuidade em nossa cultura, refletindo na sociedade de um modo geral.

Claudete Rempel – Para mim foi bem significativo poder relembrar minha trajetória, os amigos, os projetos desenvolvidos e todas as pessoas e lugares que conheci. Estou ansiosa para ler as demais histórias.

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