Conheça os personagens do livro “Memórias da Família Ventura: Aspectos sociais, culturais e econômicos no século XX”

Tatiane Ventura é historiadora de formação e coordenadora pedagógica na rede municipal de Brusque, em Santa Catarina. A paixão pelos processos de historicização dos povos, das pessoas, dos locais e seus tempos a levou a aceitar um desafio especial no ano de 2021: contar a história da sua família por parte de pai, a família Ventura.

O livro mostrará muito além da história de uma família numerosa. Muito mais do que documentos e fotos. A obra contém arte, história, verso… Traz educação, economia, religiosidade, cultura de localidades do interior que por muitos anos foram esquecidas ao olhar dos governantes e da população urbana.

Conheça os personagens de “Memórias da Família Ventura: Aspectos sociais, culturais e econômicos no século XX”, os doze filhos de Joaquim Theodoro Ventura e Clarice Maria Til.

Arlindo Joaquim foi o primeiro filho de Joaquim e Clarice. Desde menino mostrou que sabia fazer arte. Era escultor na madeira, marceneiro, sapateiro, comerciante e tinha tantos outros dons.

Araclides (Dona Quida) nasceu em 1930 e foi a primeira filha mulher de Joaquim e Clarice. Foi guerreira, enfrentou desafios e os superou. A vida lhe pregou muitas peças, mas com muita sabedoria soube enfrentar e driblar as dificuldades.

Argemiro noivou por carta. A esposa Odete conta que em maio ele foi embora para o Paraná e no outro ano, final de abril, chegou e marcou a data do casamento: 05/05/1962.

Arthur e sua esposa tiveram 18 gestações. Em tempos difíceis, nem todas formam até o final. Buscando melhores condições de vida, mudou do interior para a cidade.

Arnoldo é o quinto filho, nascido em 1937. Na vinda da família Ventura de Leoberto Leal para Pinheiral, Arnoldo, com já quase 20 anos, junto do irmão Alcino, foi o responsável em trazer as “criações” da família. Eram porcos e gado e para que os animais viessem no rumo certo era preciso ir jogando milho…

Almerinda Clarice, aos 17 anos, foi a uma tarde dançante no salão da igreja. Estava interessada em um moço que tirava muitas para dançar, menos ela. Então Antônio Garcia a tirou para dançar e disse que queria ela para se casarem, o que aconteceu no ano seguinte.

Alcino foi um homem lindo, charmoso, muito à frente da sua época. Nasceu em 1942 e por menos de 40 anos viveu nesse plano. Era festeiro, gostava de boa comida, simples, feita na hora. O Pinheiral era o lugar que gostava de visitar aos finais de semana, levando a esposa e os filhos.

Anair nasceu em 1943. Formou família, mas não conseguiu acompanhar todos os filhos até a vida adulta. Lutou bravamente contra um câncer até o ano de 1994.

Adelina Clarice nasceu em 1946 e foi eleita princesa na comunidade de Boiteuxburgo. Cresceu e se tornou uma mulher forte, criando e educando as duas filhas sozinha. Diante das dificuldades, se tornou fortaleza.

Alvino é o décimo filho de Clarice e Joaquim. Não imaginaria ele que a mulher com quem casaria e formaria família seria aquela menina que carregara no colo com apenas um ano de idade, Marlene.

Aurino Piu, o Neni, foi o único filho que não levou o Joaquim como segundo nome. Para namorar a jovem Sires, que tinha apenas 14 anos, Aurino ia de bicicleta. Na volta para casa, percebia que os pneus haviam sido esvaziados… Do namoro, seguiram para o casamento que aconteceu em 22 de abril de 1978.

Alcendino, o último filho do casal Joaquim e Clarice, o caçula, o “Dinooo da mãe”. Sempre foi bastante paparicado pela mãe, que o gerou já aos 47 anos de idade. Brincalhão, levava a vida de uma maneira leve e construiu família com Lúcia Abramovicz, desde 1977, ano em que se casaram.

O livro de Tatiane Ventura será publicado em breve. Interessados em adquirir na pré-venda podem entrar em contato ocom a autora pelo celular e WhatsApp 47-999775796.

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