Bicho que sangra, se rasga, nutre e gera | Orelha

A poesia pode ser lírica, pode ser épica… Pode ser contemplativa e pode ser versátil. Por essência, é navegadora de subjetividades.

Pois na pena e no sentir-pulsar de Franciely Sampaio, ela optou por outra veste – o seu versejar se fez mulher.

E que bicho é esse? É bicho que sangra, se rasga, nutre e gera. É verso que sugere, impõe, expõe e esconde.

A poesia da Fran, também em prosa, percorre o caminho das águas. Não se explica (a que veio), não se traduz (que perda de tempo e sabor seria) e faz dos labirintos perceptivos seus endereços existenciais.

“Decifra-me ou te devoro?” Nada disso. “Anfêmer(a)” não se lê com a razão, pois sua lógica (da falta e dos excessos), conversa com os sentidos.

Apenas desfrute!

Sandra Veroneze | Editora

  • Orelha escrita para a obra Anfêmer(a), de Franciely Sampaio, editada pela Pragmatha.
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