Acidente de paz

Mais três horas, e estaria tudo acabado segundo o GPS do carro. Eu não suportei tanto tempo assim, precisei agir, não consegui mais ver aquele louco ao volante, levando-me a um destino infeliz. Enxuguei as lágrimas e, de supetão, puxei a direção do carro para a direita com todas as forças que me restavam. Depois daquilo, só paz.

Por Márnei Consul

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Texto integrante do projeto de exercício literário proposto pela Pragmatha Editora em suas redes sociais. Participe! Em caso de dúvida, converse com a editora Sandra Veroneze pelo e-mail sandra.veroneze@pragmatha.com.br