
A escritora Rose Maria faz sua estreia no universo literário com a publicação de Deus e eu – A metamorfose do amor, pela Pragmatha Editora. O livro estará disponível em breve. Nesta entrevista, ela fala sobre o processo criativo, objetivo da publicação e a profunda transformação interna que experimentou no decorrer de sua evolução como ser humano e escritora.
Como surgiu a ideia do livro?
Esse livro existe há mais de cinco anos, pois vários processos que eu vivi estão nele. Tenho o hábito de escrever muito. Então, nas experiências que são marcantes em minha vida costumo me aprofundar em busca de respostas. Quando escrevo, acabo transformando isso em um processo criativo e foi assim que eu comecei a unir essas experiências e transcrevê-las para criar o meu primeiro livro.
A quem ele se destina?
A leitura se destina àqueles que almejam uma existência mais rica e significativa, que buscam algo além da rotina diária, desprovida de reflexão. Portanto, meu livro se dedica àqueles que anseiam por uma compreensão mais profunda dos aspectos da vida, com foco especial no autoconhecimento.
Como foi o processo criativo? Como era a rotina de inspiração, pesquisa e escrita? Quais suas fontes de inspiração?
Confesso que minha principal fonte de inspiração é minha própria história .Desde cedo, tenho me dedicado a compreender as emoções e experiências que me impulsionam a sair da zona de conforto, num constante processo de busca e questionamento interno. A vida, com seus múltiplos momentos e descobertas, tem sido a essência dessa inspiração, especialmente nos instantes em que encontrei respostas às minhas indagações. A inspiração, portanto, reside em toda a trajetória que me conduziu até o presente, na bagagem vivida como filha, esposa, mãe, amiga e avó.
O que mudou em você, desde que começou a escrever a obra?
Tudo mudou! A mudança veio quando eu concluí o livro, senti uma força incrível, uma alegria de fazer rir e chorar ao mesmo tempo. Muita satisfação e a completude ao entender que esse livro já esperava por mim há muito tempo. Foi como concluir uma etapa importante de minha vida.
O livro pretende deixar alguma mensagem?
Sem dúvida, o livro transmite uma mensagem. O conteúdo foi inspirado na filosofia como ferramenta de viver, também em textos milenares como o Baghavad Gita, relacionados à busca humana por autoconhecimento e significado existencial. Dessa forma, a obra constitui, em sua totalidade, uma mensagem.
Para você, o que é ser escritora?
Sinceramente, não sei bem como responder a essa pergunta, mas considero que ser escritora é traduzir a minha essência em palavras, pois essa foi a sensação que tive durante todo o processo.